A cobertura jornalística da Copa do Mundo no MetLife Stadium, em Nova Jersey, evidencia os elevados custos operacionais de alimentação no setor destinado aos profissionais de mídia. Para o duelo entre brasil e Marrocos, realizado neste sábado (13), o espaço restringiu as opções de cardápio e aplicou preços alinhados à logística de um evento de grande porte.
No restaurante exclusivo, uma garrafa de água é vendida por 3 dólares, valor equivalente a aproximadamente R$ 15,19. O refrigerante, por sua vez, custa 2,25 dólares, cerca de R$ 11,39. O item de maior valor entre as refeições é o prato principal quente, comercializado a 33 dólares, ou R$ 167,07 na conversão direta.
Valores praticados no cardápio do setor de imprensa
- Sanduíches naturais custam 9 dólares (45,57 reais)
- Wraps são vendidos por 9 dólares (45,57 reais)
- Macarrão com salada fria, saladas diversas ou tigela de grãos custam 12,25 dólares (62,02 reais)
- Prato principal quente alcança 33 dólares (167,07 reais)
- Salgadinhos como chips variam entre 3 e 8,25 dólares (15,19 a 41,77 reais)
- Produtos de padaria, como croissants e muffins, custam 5,75 dólares (29,11 reais)
- Bebidas geladas variam de 2,25 a 4 dólares (11,39 a 20,25 reais)
- Cafés e chás quentes custam entre 3,25 e 3,5 dólares (16,45 a 17,72 reais)
Diferenças de oferta e preços para o público geral
A área de imprensa possui um catálogo de itens distintos daqueles encontrados nas arquibancadas, onde não são disponibilizados produtos como cachorros-quentes ou burritos. Enquanto o setor de mídia foca em refeições rápidas, os torcedores têm acesso a uma oferta de bebidas alcoólicas categorizada por volume e qualidade.
Os torcedores enfrentam valores expressivos no estádio: a cerveja doméstica de 473ml é comercializada por 16,75 dólares (R$ 84,80). A versão premium, também de 473ml, custa 18,25 dólares (R$ 92,40), enquanto a lata de 740ml atinge o preço de 24,25 dólares (R$ 122,77).
Fonte: Cnnbrasil