Flávio Dino cancela ida ao Fórum de Lisboa após sofrer fratura no pé em contexto de Política Econômica Flávio Dino cancela ida ao Fórum de Lisboa após sofrer fratura no pé em contexto de Política Econômica

Flávio Dino cancela ida ao Fórum de Lisboa após sofrer fratura no pé

O ministro Flávio Dino cancelou sua ida ao Fórum de Lisboa após sofrer uma fratura no pé em um acidente doméstico. Confira detalhes da sua participação.

O ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Flávio Dino, cancelou sua participação presencial na 14ª edição do Fórum de Lisboa, em Portugal. O evento, realizado entre os dias 1º e 3 de junho na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, conta com a presença de diversas autoridades brasileiras, como o ministro Alexandre de Moraes, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Acidente doméstico causa fratura e repouso forçado

Segundo informações da assessoria do magistrado, Dino sofreu uma queda em um acidente doméstico que resultou em uma fratura e no rompimento de um ligamento no pé. Por recomendação médica, o ministro foi orientado a evitar voos de longa duração e deve permanecer em repouso em São Luís, no Maranhão.

Apesar do ocorrido, a equipe do ministro informou que ele passa bem. A expectativa é que Dino retorne aos debates presenciais na edição de 2027 do evento.

Artigo de Dino propõe constitucionalismo transformador

Mesmo ausente, o ministro enviou à organização do fórum um artigo intitulado “Quatro teses para um constitucionalismo transformador no Brasil”. No texto, ele defende que a Constituição de 1988 deve atuar como um instrumento de mudança social e garantia de direitos, e não apenas como um limitador de poder.

Dino aborda temas como a necessidade de medidas estruturais pelo Judiciário para superar bloqueios históricos, o papel do STF como barreira contra retrocessos democráticos e a importância de submeter plataformas digitais aos limites constitucionais para combater a desinformação. O ministro também refutou críticas sobre um suposto ativismo judicial, argumentando que a atuação da Corte muitas vezes supre a dificuldade do congresso Nacional em produzir consensos.

Fonte: G1