Marina Silva critica decisão dos EUA sobre facções e aponta impacto a aliados de Flávio Bolsonaro em contexto de Política Econômica Marina Silva critica decisão dos EUA sobre facções e aponta impacto a aliados de Flávio Bolsonaro em contexto de Política Econômica

Marina Silva critica decisão dos EUA sobre facções e aponta impacto a aliados de Flávio Bolsonaro

Marina Silva critica a classificação do PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas pelos EUA e aponta impacto a aliados de Flávio Bolsonaro.

A ex-ministra e pré-candidata ao Senado, Marina Silva, classificou como “intolerável” a decisão do governo dos Estados Unidos de designar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A manifestação ocorreu durante evento de pré-campanha do presidente Lula em São Paulo.

Medida pode atingir aliados de Flávio Bolsonaro

Marina Silva argumentou que a medida, articulada pelo senador Flávio Bolsonaro em Washington, pode recair sobre o próprio parlamentar e seus aliados. Segundo a ex-ministra, a decisão deve impactar “os amigos dos que foram fazer esse tipo de proposta”, em clara referência a conexões com o crime organizado. O senador esteve recentemente nos Estados Unidos, onde se reuniu com o presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio.

Defesa da soberania e combate ao intervencionismo

Além das críticas aos efeitos práticos da medida, a ex-ministra defendeu a soberania brasileira na gestão da segurança pública. Para Marina, o Brasil deve ser o responsável por resolver seus problemas internos sem interferências externas, criticando o que classificou como “aventureirismo intervencionista” ao rejeitar a criação de pretextos diplomáticos para ações estrangeiras no território nacional.

Enquanto a oposição celebra a decisão americana e busca vincular o governo federal ao crime organizado, a gestão de Lula mantém o foco na nacionalização do debate sobre segurança, priorizando a cooperação com governadores no enfrentamento direto às facções criminosas.

Fonte: Globo