Lula diz que cobrou extradição de Ricardo Magro em reunião com Donald Trump em contexto de Política Econômica Lula diz que cobrou extradição de Ricardo Magro em reunião com Donald Trump em contexto de Política Econômica

Lula diz que cobrou extradição de Ricardo Magro em reunião com Donald Trump

extradição de Ricardo Magro: Lula solicita a Donald Trump extradição do empresário Ricardo Magro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou,…

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante evento realizado em Aracruz, no Espírito Santo, que solicitou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a extradição do empresário Ricardo Magro. O petista declarou que a demanda foi formalizada em uma reunião de trabalho na Casa Branca, ocorrida no início de maio, como um dos pilares de uma cooperação bilateral para o combate ao crime organizado.

Durante seu discurso, Lula reforçou ter entregue pessoalmente ao líder americano o nome e o endereço onde o empresário reside em Miami. O chefe do Executivo classificou o empresário como um “falsificador de combustível” e o apontou como o maior devedor de dinheiro público do país. “Se quiser combater o crime organizado, me entregue os brasileiros que estão roubando lá”, afirmou o presidente.

Operação Sem Refino apura sonegação de R$ 26 bilhões

Ricardo Magro, que vive nos Estados Unidos há mais de uma década, é alvo principal da operação Sem Refino, que tramita sob autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). As investigações apontam para uma suposta sonegação fiscal superior a R$ 26 bilhões vinculada às atividades do Grupo Refit.

Devido à gravidade das suspeitas, a Polícia Federal incluiu o nome do empresário na Difusão Vermelha da Interpol. A medida visa facilitar a localização e eventual detenção de Magro em 196 países integrantes do acordo internacional.

Refit nega quadro societário de Ricardo Magro

Em nota oficial, a Refit contestou as declarações presidenciais, afirmando ser inverídica a alegação de que Ricardo Magro seria proprietário da companhia. A refinaria destacou que ele não integra o quadro atual de acionistas da organização.

A empresa esclareceu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que a atuação de Magro junto ao grupo se restringe à prestação de serviços advocatícios. Contudo, a refinaria reconheceu a existência de um vínculo de parentesco entre o empresário e João Manuel Magro, que figura como o controlador indireto do conglomerado.

Fonte: Globo