Senador Flávio Bolsonaro em evento político no interior de São Paulo. Senador Flávio Bolsonaro em evento político no interior de São Paulo.

Flávio Bolsonaro define Eduardo como decisivo para chapa ao Senado

O senador Flávio Bolsonaro confirma que Eduardo Bolsonaro e o ex-presidente definirão os nomes da chapa do PL ao Senado em São Paulo.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) indicou que a definição dos candidatos ao Senado na chapa do PL em São Paulo dependerá diretamente da articulação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. A declaração foi feita nesta segunda-feira, 27, após participação em evento no interior paulista ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Eduardo Bolsonaro e o ex-presidente definem a chapa majoritária

“Para o Senado, queremos a composição de uma chapa majoritária no estado de São Paulo, que será muito alinhada com o Tarcísio, e quem vai dar a palavra final ali é o Eduardo junto com o presidente Bolsonaro”, afirmou Flávio em entrevista.

Um dos nomes que vem ganhando força para compor a chapa é o do presidente da Assembleia Legislativa paulista, André do Prado. De acordo com Flávio, o deputado estadual esteve recentemente nos Estados Unidos, onde “teve uma boa reunião” com Eduardo Bolsonaro para discutir o cenário eleitoral.

Guilherme Derrite é nome certo na disputa ao Senado

O senador acrescentou que o deputado federal Guilherme Derrite já é considerado nome certo para uma das vagas na disputa ao Senado. A segunda indicação, porém, ainda depende de aval político dentro do grupo, especialmente de Eduardo e do ex-presidente, em um momento onde partidos políticos buscam consolidar alianças estratégicas.

Flávio Bolsonaro lamenta ausência de Eduardo na corrida eleitoral

Flávio ainda lamentou a ausência do irmão na corrida eleitoral. “O nosso candidato só não é o Eduardo Bolsonaro porque ele é mais um perseguido político, que teve que abrir mão da sua vida, da sua profissão, dos seus amigos, da sua família e ir para fora do País”, disse.

A composição da chapa em São Paulo é tratada como estratégica para a aliança que sustenta a candidatura presidencial do grupo e a tentativa de reeleição de Tarcísio ao governo estadual.

Fonte: Estadão