Os bonecos Labubu já podem ser comprados oficialmente no brasil. O anúncio foi feito pela Candide, empresa responsável pela distribuição dos produtos da marca chinesa Pop Mart no mercado nacional.
A chegada estava prevista inicialmente para o dia 5 de junho, mas a data foi alterada. Os produtos passaram a ser vendidos no país nesta quinta-feira (18). Além dos modelos Labubu, também foram lançados itens das linhas Hirono, Crybaby, Skullpanda, Meninas Superpoderosas, Pucky e Nyota.
As vendas começam simultaneamente em 20 lojas distribuídas por 11 estados brasileiros, todas especializadas em itens colecionáveis. A rede de distribuição abrange unidades no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, bahia, Pernambuco, Amazonas, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
Labubu ganha fama após uso por celebridades
Os Labubus são bonecos de pelúcia com aparência excêntrica e dentes serrilhados, criados em 2015 pelo artista de Hong Kong Kasing Lung. O item virou febre nos últimos meses, ganhando visibilidade após celebridades como Rihanna, Maya Massafera, Virginia Fonseca e Marina Ruy Barbosa aparecerem com os bonecos pendurados em bolsas.
Os produtos originais são vendidos em caixas-surpresa, o que significa que o comprador só descobre qual personagem recebeu após abrir a embalagem. Dependendo da sorte, é possível encontrar desde modelos comuns até versões raras da coleção. Após a parceria com a Pop Mart, os personagens ajudaram a fabricante chinesa a faturar mais de US$ 2,3 bilhões, segundo a Forbes.
Candide formaliza venda para combater pirataria
Até então, os produtos da Pop Mart não eram vendidos oficialmente no brasil. Com a popularidade dos bonecos nas redes sociais, versões falsificadas passaram a ser facilmente encontradas no país. Enquanto um Labubu original chegou a custar US$ 300, cerca de R$ 1,6 mil, em junho do ano passado, era possível encontrar réplicas em centros comerciais populares por preços entre R$ 65 e R$ 250.
“Chegou a hora de oferecer essa experiência de forma oficial, com acesso amplo e a qualidade que a marca representa”, disse Moise Candi, CEO da Candide. A estratégia busca atender a demanda crescente por itens colecionáveis no mercado brasileiro, oferecendo uma alternativa legalizada aos consumidores que antes dependiam de importações ou produtos sem garantia de procedência.


Fonte: G1