Caiado critica fim da escala 6x1 e defende liberdade de negociação entre trabalhador e patrão em contexto de Política Econômica Caiado critica fim da escala 6x1 e defende liberdade de negociação entre trabalhador e patrão em contexto de Política Econômica

Caiado critica fim da escala 6×1 e defende liberdade de negociação entre trabalhador e patrão

Caiado critica fim da escala 6×1 e defende negociação direta. O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, manifestou-se…

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, manifestou-se contra a rigidez na discussão sobre o fim da escala 6×1. Durante a Marcha dos Prefeitos, realizada nesta quarta-feira (20) em Brasília, o político defendeu que a definição da jornada de trabalho deve ser uma prerrogativa do cidadão em negociação direta com os empregadores.

Caiado defende liberdade de escolha para o trabalhador

Para o pré-candidato, a adoção obrigatória de um modelo como a escala 5×2 não representa a alternativa mais moderna para o desenvolvimento do país. Caiado argumentou que o trabalhador deve ter a liberdade de combinar sua carga horária diária e semanal conforme suas necessidades, sem que o governo federal imponha restrições rígidas.

“Isso é uma opção pessoal, isso não pode ser imposto ao governo federal a nenhum de nós”, afirmou o político durante o evento. Ele também criticou a condução do tema pelo Executivo, questionando a apresentação de propostas dessa natureza a poucos meses das eleições presidenciais.

PEC 6×1 enfrenta impasse e adiamento no Congresso

A proposta em debate visa reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. O presidente Luiz Inácio lula da Silva (PT) declarou recentemente que a implementação de um novo modelo não será feita “na marra”, ressaltando que a aplicação deve considerar as especificidades de cada categoria profissional.

No Congresso, o avanço da Proposta de Emenda Constitucional enfrenta impasses. O relator da matéria, deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA), adiou a apresentação do relatório, que estava prevista para esta quarta-feira, para a próxima segunda-feira (25). O principal ponto de divergência reside no período de transição: enquanto o governo defende a aplicação imediata, setores da oposição buscam um prazo de adaptação que pode chegar a quatro anos.

Fonte: Globo