Gráfico de evolução de taxas de renda fixa na plataforma da XP. Gráfico de evolução de taxas de renda fixa na plataforma da XP.

XP oferece CDBs com taxas de até 14,50% ao ano nesta segunda

A XP libera CDBs com taxas de até 14,50% ao ano. Confira as opções de renda fixa, incluindo LCAs e LCIs, em meio ao ajuste da curva de juros futuros.

O que você precisa saber

  • A XP oferece CDBs prefixados com rendimento de até **14,50% ao ano** para prazos acima de 12 meses.
  • A oferta diversificada busca atrair investidores em um momento dejurosainda elevados.
  • O mercado observa o comportamento da curva de juros futuros após o leve recuo registrado na última sexta-feira.

A plataforma da XP apresenta nesta segunda-feira (27) novas oportunidades em títulos de renda fixa. Os CDBs prefixados com vencimento superior a 12 meses atingem a marca de **14,50% ao ano**. Para investidores que buscam proteção contra a inflação, existem papéis que pagam IPCA + 9,50%, enquanto as opções pós-fixadas chegam a oferecer **109% do CDI**.

Opções em LCAs e LCIs

Rendimento em títulos do agronegócio e imobiliários

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) compõem o portfólio disponível com taxas prefixadas de até **11,35% ao ano** para o prazo de 12 meses. Os títulos atrelados à inflação oferecem até IPCA + 5,90% em prazos superiores a um ano, enquanto as opções pós-fixadas alcançam **85,5% do CDI**. No segmento de Letras de Crédito Imobiliário (LCI), as taxas pós-fixadas chegam a **84% do CDI**.

Destaques da plataforma

Ofertas específicas por emissor

Entre as opções listadas na plataforma, o CDB do Parana Banco S/A garante **100% do CDI** com vencimento para abril de 2027. Já o CDB da DM Financeira apresenta taxa de **114% do CDI** para abril de 2031, enquanto a LCA do Sicoob entrega **92% do CDI** com vencimento fixado para março de 2033.

Cenário macroeconômico e juros

Ajustes na curva de juros

O desempenho dos ativos de renda fixa ocorre em um momento de ajuste na curva de juros. Após três sessões de alta, os juros futuros encerraram a última sexta-feira (24) em queda, acompanhando o recuo dos rendimentos dos títulos americanos, os Treasuries. O movimento reflete uma redução na aversão ao risco global, embora o mercado mantenha cautela com os índices de preços.

A precificação atual aponta majoritariamente para um corte de 25 pontos-base na taxa Selic na próxima reunião do Copom. A incerteza sobre conflitos internacionais e a volatilidade do petróleo continuam a limitar quedas mais acentuadas na curva de juros futuros.

Fonte: Infomoney