O PSB confirmou que terá um candidato próprio para o governo de Minas Gerais, mesmo após o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) descartar sua participação no pleito e anunciar o encerramento de seu ciclo na política. A decisão foi formalizada durante reunião da executiva estadual do partido realizada nesta quarta-feira (3).
A legenda divulgou um comunicado oficial listando quatro nomes que disputam a indicação interna. A lista inclui o ex-procurador-geral de justiça de Minas Gerais, Jarbas Soares Júnior; o ex-presidente da Associação Mineira de Municípios, Julvan Lacerda; o empresário e ex-presidente da Fiesp, Josué Gomes; e o ex-senador e ex-vice-governador Clésio Andrade.
Projeto de desenvolvimento busca retomada do protagonismo mineiro
Em nota, o partido destacou a necessidade de o estado retomar seu protagonismo nacional. “O PSB entende que Minas Gerais precisa retomar o protagonismo nacional por meio de um projeto de desenvolvimento capaz de estimular o crescimento econômico, gerar oportunidades, fortalecer os municípios, ampliar investimentos em saúde, educação e infraestrutura, incentivar a inovação, modernizar a gestão pública e reduzir as desigualdades regionais”, afirmou a sigla.
Definição do candidato ocorre em julho nas convenções
O nome definitivo que representará o partido na disputa será definido em julho, durante o período das convenções partidárias. A movimentação ocorre em um cenário onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscava em Pacheco um palanque forte no segundo maior colégio eleitoral do país para sua eventual reeleição.
PT articula alternativas para o pleito mineiro
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, tem mantido reuniões com lideranças locais para buscar uma solução para o pleito. O partido chegou a considerar nomes próprios para a disputa, incluindo a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, os deputados federais Reginaldo Lopes e Rogério Correia, além da ex-ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo. A estratégia reflete a importância de Minas Gerais para o crescimento econômico e a estabilidade política nacional.
Fonte: Cnnbrasil