Nasire Best, o jovem de 21 anos morto a tiros por agentes do Serviço Secreto em frente à Casa Branca, possuía um histórico documentado de encontros com as autoridades de segurança, conforme revelam registros judiciais.
Agentes conheciam histórico de abordagens ao complexo
De acordo com uma declaração juramentada apresentada ao tribunal, agentes do Serviço Secreto encontraram Best diversas vezes nas proximidades do local durante o verão passado. O jovem era conhecido por “andar pelo complexo da Casa Branca perguntando como obter acesso a vários pontos de entrada”.
Em 26 de junho de 2025, Best foi internado involuntariamente por “obstruir a entrada de veículos” em uma parte do complexo. Documentos judiciais indicam que ele também já havia sido detido pela polícia em ocasiões anteriores enquanto afirmava ser “Jesus Cristo”.
Ameaças e incidentes em áreas restritas
No dia 10 de julho de 2025, o jovem ignorou avisos e invadiu uma área restrita nos arredores da residência oficial. Segundo o depoimento, ele foi confrontado por policiais, momento em que alegou ser Jesus e disse “que queria ser preso”.
As redes sociais de Best continham postagens com ameaças de violência contra o presidente Donald Trump, além de publicações onde ele escrevia: “Na verdade, eu sou o filho de Deus”.
Troca de tiros no posto de controle
O Serviço Secreto informou no sábado (23) que agentes atiraram em um homem, identificado como Best, após ele se aproximar de um posto de controle e iniciar disparos contra os policiais. Durante o confronto, um pedestre também foi atingido.
O presidente Donald Trump, que estava na Casa Branca no momento do incidente, não sofreu ferimentos. O caso levanta questões sobre a segurança em perímetros sensíveis, tema que frequentemente impacta a segurança pública e a gestão de riscos em áreas governamentais.
Fonte: Cnnbrasil