Em entrevista ao programa Sensacional, da RedeTV!, a pastora Sarah Sheeva relembrou os bastidores do grupo pop SNZ, formado ao lado de suas irmãs, Nãna Shara e Zabelê. A artista destacou momentos cruciais da trajetória do trio, incluindo a resistência inicial em seguir a carreira musical e a negativa categórica diante de uma proposta para posar na revista Playboy.
Negativa à Playboy fundamentada em convicções
As filhas de Baby do Brasil e Pepeu Gomes alcançaram sucesso nacional com três discos gravados e hits como Retrato Imaginário. O êxito comercial do grupo atraiu o interesse da publicação masculina, mas a oferta foi barrada por Sarah. “Não imaginei que fosse fazer o sucesso que fez; foi um sucesso estrondoso. Minhas irmãs achavam que eu era muito ‘crentinha’. A gente recebeu proposta para fazer Playboy. Eu não aceitei e falei: ‘façam vocês duas’. Não vou mostrar nada, eu sou crente. Eu não queria ser sexy, eu queria guardar isso, como eu penso até hoje. A sua sexualidade é um privilégio de quem assumiu um compromisso com você”, afirmou Sarah.
Resistência à carreira artística e vida pública
Além da postura sobre a exposição do corpo, a cantora revelou que o ingresso no mercado fonográfico não fazia parte de seus planos originais. A decisão de integrar o trio ocorreu após insistência familiar, motivada pelo receio de repetir a falta de privacidade vivenciada na infância devido à fama dos pais. A dinâmica de exposição pública é um tema recorrente na vida de figuras que buscam equilíbrio entre a carreira e a vida pessoal, como visto em trajetórias de Sasha Meneghel.
“Eu não queria cantar, eu não queria ser cantora. Eu tinha esse lado artístico, mas não queria a privação provocada pela fama. Passei isso com meus pais, que eram muito famosos quando a gente era criança e não podiam ir a um shopping, por exemplo. Elas me convenceram e eu acabei aceitando fazer parte”, completou a pastora.
Fonte: Cnnbrasil